Como Aprender Hipnose

Como Aprender Hipnose –

Aprenda Como Fazer Hipnose Com Marcelo Maia

Quem é Marcelo Maia?

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Marcelo Maia vem ganhando minhares de seguidores no Brasil cada dia mais com as dicas e técnicas que ele vem ensinando para aqueles que querem aprender sobre Persuasão, hipnose e Programação Neurolinguística. Além disso Marcelo Maia é criador de dois cursos fantásticos e revolucionários que já transformou a vida de milhares de pessoas sobre estratégias de Hipnose e PNL, respectivamente, o Hackeando Mentes e Softwares Mentais.

Hackeando Mentes Funciona Mesmo?

Se você atua na área de empreendedorismo e vendas, os temas persuasão e hipnose são essenciais . Aliás, esses assuntos devem ser explorados em diversas áreas da sua vida , esses são fundamentais para o sucesso . Não importa qual é sua área de atuação, a hipnose tem grandes utilidades.

Usamos nossa mente  a todo momento, inclusive enquanto dormimos. Logo dominar a hipnose trará grandes benefícios e transformações na sua vida. Não é por menos que muitos médicos e terapeutas fazem uso da hipnose em seus tratamentos.

E justamente isso que o Livro Hackeando Mentes do marcelo Maia Aborda. Esse é mais que recomendado por centenas de especialista para que você consiga sair da matrix e vê o mundo de uma forma diferente.

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Livro Hackeando Mente- Download

A Hipnose Funciona?

Quando falamos em hipnose, na maioria das vezes imaginamos aquela cena apresentada pelos filmes e mídia em geral: que um hipnotizador no palco de TV, fazendo com que as pessoas que estão na plateia comam cebolas acreditando que são maçãs e outras coisas mais. Mas a hipnose vai muito além disso.

Através da hipnose podemos realizar a auto-hipnose,  e assim alcançar saltos maiores em nossa produtividade, confiança e autoestima. Podemos negociar melhor com as pessoas, aplicando técnicas de programação neurolinguística para alcançar nossos objetivos específicos.

Programação Neurolinguistica PNL: Alcançando objetivos através da Hipnose

A  (PNL)  alcança os três componentes mais influentes envolvidos em produzir experiência humana, são eles a neurologia, a linguagem e programação . O sistema neurológico controla o modo como o nosso corpo funciona, a língua determina como interagir e se comunicar com outras pessoas e a nossa programação determina os tipos de padrões do mundo que criamos. 

Formas de hackear seu cérebro

A neurociência avança, mas ninguém sabe como um pedaço de carne movido a eletricidade pode funcionar como o cérebro funciona, talvez porque estejamos equipados apenas com um pedaço de carne movido a eletricidade.  Trocando em miúdos isso quer dizer que nosso conhecimento sobre o sistema nervoso está limitado pelo próprio alcance de nosso sistema nervoso. Mas assim como  você não precisa saber tudo o que se passa dento do seu computador para usá-lo bem, você também não precisa entender toda a bioquímica do cérebro para usá-lo como um mestre. Você só precisa saber apertar as telas certas.

O mapa cognitivo que mostra como nosso cérebro forma nossa personalidade

nos revela certas áreas que fazem o Triâgulo das Bermudas parecer o lugar mais monótono para ir se passar a sua lua de mel. Caso você seja um homem heterossexual macho pra caralho, não se preoucoe, não vamos falar sobre a atração sexual que sentiu ao ver outros homens de biquini, em vez disso, vamos usar um exemplo mais genérico para nos aprofundarmos nas áreas sinistras da nossa massa cinzenta.

Olhe a foto abaixo. O que acha dessas beldades? Corpos de se invejar? Vontade de levar pra casa?

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Bem, você já deve ter ouvido a expresão “sua mente prega peças em você”, algumas dessas peças são sutis, outras nem tanto assim. Por exemplo, suponha que você seja uma lésbica e tenha pensado agora: “Nossa, que gostosas! Eu comia fácil!”. Agora qual a sensação exata que você sente ao descobrir que estas beldades são todas concorrentes do concurso do mais belo travesti, promovido regularmente na Filipina? Isso não prova que no fundo você seja heterosexual, mas prova que seu cérebro é uma máquina muito complexa e fascinante.

Rejeitado pela cor
Existe um fenomeno conhecido por veterinários e protetores de animais chamado de o “viés do cão/gato preto“, esse é um fenomeno onde animais escuros postos para adoção geralmente são descartados em favor de animais de cores mais claras. Nós achamos que somos racistas quando tentamos colar de um japonês, mas o que dizer disso?

Por causa do viés do animal preto, muitos abrigos tentam tornar esses animais mais atraentes para possíveis interessados na adoção de um animal. Curiosamente cães pretos de porte grande são os mais ignorados. Até hoje não se sabe o porquê dessa rejeição inconsciente, mas isso não impede que explicações surjam às dúzias. As mais populares afirmam que cães pretos, especialmente os grandes, são vistos como animais violentos, especialmente em filmes; existem aqueles que ligam gatos pretos à superstições negativas, como avatares da má sorte; outros que falam que a cor preta está ligada aos conceitos de mal e trevas; os mais pragmáticos dizem que animais escuros não saem bem em fotos, especialmente as de propaganda, por isso o marketing acaba se voltando a animais claros e esses se tornam populares. Assim, caso decida arranjar um amigo animal e, ao invés de simplesmente ir atrás de um pedigree, resolver adotar um animal abandonado, dê uma olhada com calma e procure pelo gato ou cachorro preto solitário no fundo do canil.

Se de alguma forma o cérebro pode fazer alguém que gosta de mulher desejar o corpo de um homem e fazer o melhor amigo do homem ser desprezado por alguém que ama os animais, então quanto mais soubermos sobre ele, mais controle teremos de nossas vidas. Vejamos a seguir as 8 principais maneiras com a qual seu cérebro pode ser hackeado por outras pessoas, pelo meio ambiente, ou por você mesmo!

A Superioridade Ilusória

Antes de pensar no seu chefe ou formar uma imagem mental daquele chato que sempre conta vantagem em tudo, saiba que superioridade ilusória não é a mesma coisa que complexo de superioridade.

A superioridade ilusória é uma viés cognitivo que faz com que as pessoas superestimem suas habilidades positivas e subestimem suas qualidades negativas, em relação aos outros.

Antes de prosseguirmos uma breve pausa lexicômica.

Ilusões positivas são descritas como as atitudes positivas absolutamente e totalmente irrealísticas que os humanos tem em relação a si mesmos. Existem hoje basicamente três categorias diferentes e bem abrangentes de ilusões positivas:

A superioridade ilusória é uma ilusão positiva que vem sendo estudada de forma extensiva dentro da psicologia social e costuma ser referida em termos leigos como o Efeito Acima da Média. O Efeito Acima da Média faz as pessoas terem uma imagem própria mais positiva e menos negativa do que a imagem que as pessoas que a cercam tem dela.

Mas e o que eu posso ter remotamente a ver com isso tudo?

Todo mundo, e eu digo TODO MUNDO MESMO, desenvolve opiniões baseadas em comparações. Se não houve se algo com o que se comparar não saberíamos se uma coisa é redonda ou quadrada, doce ou salgada, não haveria como formar uma escala de bom e ruim e o mundo seria possivelmente um lugar ainda mais sem graça de se viver.

Muitas pessoas, e eu digo MUITAS PESSOAS MESMO, formam suas opiniões tomando como base comparações sociais. Essas comparações podem ser baseadas no seu desempenho acadêmico, nos seus ambientes de trabalho ou em seu ambiente social – ou seja em qualquer lugar que não seja debaixo da sua cama ou dentro do seu lavabo[1].

Paralelo a isso, durante a vida uma pessoa tem uma visão bem específica a respeito de sua popularidade, sua honestidade, sua confiança e outros atributos que possa julgar desejáveis.

Agora como esses dois fatores se combinam para termos nossa ilusão positiva?

[Todo mundo precisa de um comparativo] + a grande parte das pessoas faz comparativos sociais] x [cada um de nós tende a ser mais otimista do que pessimista a nosso próprio respeito] = nem fodendo eu vou fazer papel de idiota, só porque aquele cara é formado não quer dizer que eu seja pior do que ele!

Assim, observe uma pessoa sem diploma de medicina, tentando discutir um diagnótico com um médico. Ou alguém que não sabe nada de mecânica tentando discutir com um mecânico na oficina. Ou tende reparar nos argumentos que um possível cliente usa para diminuir ainda mais o orçamento que você pediu para fazer determinado trabalho. A idéia não é querer mostrar que o outro está errado, mas que você – ou a pessoa – está em pé de igualdade, mas tem uma visão mais clara. Acaba funcionando quase como um sistema imunológico mental.

Já foi registrado que pessoas com um QI mais baixo possuem um senso de Superioridade Ilusória muito forte. Mas por que isso acontece? Em um mundo que tem Darwin como um de seus pilares não deveria favorecer os mais preparados? Por que os menos preparados são os que geralmente tem uma sensação de superioridade mais forte?

Em 1999 Justin Kruger e David Dunning realizaram uma série de experimentos que mostraram que quando falamos de habilidades como compreensão de leitura, operação de veículos motorizados, e jogar xadrez ou tênis, a “ignorância, com mais freqüência do que o conhecimento, gera confiança”. Analisando os resultados de seus estudos, dada uma habilidade típica que humanos possam possuir em maior ou menor grau, eles propuseram quatro hipóteses interessantes:

1. Indivíduos incompetentes tendem a superestimar seu próprio nível de habilidade;

2. Indivíduos incompetentes não reconhecem habilidade genuína em outros;

3. Indivíduos incompetentes não reconhecem o grau extremo de sua inadequação;

4. Se treinados substancialmente para melhorar seu nível de habilidade, estes indivíduos serão capazes de reconhecer e admitir sua prévia falta de habilidade.

Isso pode ser resumido da seguinte forma, a não ser que uma pessoa sem nenhuma habilidade passe por um treinamento e condicionamento extensivo, ela permanecerá tomando más decisões e chegando a conclusões errôneas e como bônus, sua incompetência lhes impedirá de apreciar e aprender com seus erros.

Ok, agora parece que estamos falando do seu chefe, mas se atente à sutileza. Em um estudo realizado em 2006, tentaram determinar o grau de inacuidade das pessoas em relação às suas reais habilidades como motoristas, como resultado, os testes mostraram que os motoristas sempre se qualificavam superiores à concorrência em mais de 18 ítens que tinham relação com sua habilidade de dirigir, claro que eles não sabiam qual era a finalidade do teste, que foi apresentado como um teste para determinar a percepção que cada um tinha de perigos no trânsito.

Outro efeito da superioridade ilusória é se criar uma ilusão que envolve sua capacidade de jogar e apostar. Por alguma razão as pessoas pensam com frequência que podem levar uma vantagem sobre jogadores profissionais de poker, deixando de lado qualquer bom senso relacionado às estatísticas sobre perdas e experiência, e claro que quando os jogos terminam, a culpa sempre recai sobre alguma falha externa ou algo que sua expertize não previu.

Tenha sempre em mente que provavelmente você não é tão esperto ou esperta quanto seu cérebro diz que você é. A humildade afinal pode ser a melhor maneira de hackear seu cérebro e não ser enganado por ele.

O Efeito Tetris

O Efeito Tetris ocorre sempre que uma pessoa dedica tempo e atenção suficiente para uma determinada atividade para que ela comece a controlar seus pensamentos, suas imagens mentais e seus sonhos. Obviamente o fenômeno foi batizado em homenagem ao jogo Russo Tetris, justamente por ser um dos portais mais simples para se ser abduzido a este mundo de submissão mental e espiritual.

Para se compreender melhor o efeito Tetris, vamos a uma rápida aula de história. O jogo Tetris foi desenvolvido em 1984 por Alexey Pajitnov, Dmitry Pavlovsky e Vadim Gerasimov. O jogo se originou como uma versão digital do quebra-cabeças pentominó, criada por Alexey para ser roda

a em seu computador, o Electronica 60. O pentominó é um quebra-cabeças formado por peças que por sua vez são compostas de cinco quadrados cada um – cinco em grego se dia pénte, dai pentominó). Seu objetivo é combinar as peças formando figuras geométricas regulares ou qualquer outro tipo de figuras.

Alexey, decidindo simplificar o jogo removeu um dos quadrados, deixando suas peças com os mesmos formatos, mas formadas por apenas quatro – tetris – quadrados cada, e logo percebeu que tinha em mãos algo interessante. Mesmo antes de terminar o código do programa, ele não conseguia largar o jogo para completar seu código. Quando pediu ajuda para dois colegas para tentar trminar o jogo, eles também começaram a jogar e não pararam mais. Quando finalmente conseguiram terminar o jogo, fizeram cópias e as distribuíram para colegas de trabalho. Para resumir a história, no fim do dia Alexey destruiu todos os disquetes que tinham o jogo para não ser acusado de transformar pessoas comuns e ordeiras em viciados. Claro que as cópias instaladas nos computadores não foram destruidas e anos depois esse jogo foi o responsável pelo sucesso do Gameboy da Nintendo. Podemos hoje dizer que o Tetris não apenas foi um dos ítens soviéticos de exportação de maior sucesso da história, criando um público de jogadores inédito até então como também foi um dos primeiros jogos a ser considerado um vício.

Assim da mesma forma que um jogador extremo de Tetris geralmente consegue visualizar as peças do jogo quando estão começando a dormir ou mesmo as enxergam caindo do céu quando estão na rua, pessoas que se dedicam a outros jogos, passam muito tempo assistindo televisão ou passam muito tempo se envolvendo em tarefas complicadas, acabam pensando, mesmo ser perceber, no alvo de sua atenção em tempo quase integral, sejam quando acordadas ou quando dormem.

O efeito Tetris é categorizado como uma alucinação que pode facilmente causar sonhos vívidos, além de ser visto como uma forma de hábito experienciada vez ou outra, por quase toda a população do planeta.

Desculpe, eu não prestei atenção, estava pensando em outra coisa, pode repetir?

Quando o assunto é video games, o efeito Tetris pode ser causado por diferentes tipos de jogos, assim como por qualquer tarefa visual prolongada, como passar horas e horas e horas classificando células em um microscópio, como passar horas e horas removendo ervas daninhas do seu quintal, como passar horas e horas apanhando frutas ou passar horas e horas dirigindo para algum lugar que nunca chega.

Quando o assunto é uma tarefa que exige essa atenção mental por horas e horas diariamente, temos programadores e desenvolvedores de software que regularmente afirmam sonhar com os seus códigos quando dormem.

Enquanto para muitos essa é uma experiência desgradável, você passa o dia no escritório, apenas para ir dormir e passar a noite sonhando que continua trabalhando para acordar cansado e estressado para poder voltar ao escritório para trabalhar mais, para outros o efeito Tetris pode ser uma resposta interessante para se evitar que uma pessoa desenvolva memórias traumáticas por causa de algum acidente que sofreram em vida. Um estudo realizado na Universidade de Oxford em 2009, sugeriu que video games semelhantes ao Tetris, e incluindo o Tetris, quando jogados logo após um evento traumático, colocam a mente em um estado de atenção e preocupação focados nas peças do jogo, e acaba entorpecendo o cérebro para outras preocupações menores, como a lembrança de seus filhos queimando vivos no incêndio que houve na sua casa porque você se esqueceu de desligar a cafeteira. A hipótese levantada é que a preocupação com as formas das peças e as maneiras com as quais elas podem se encaixar é suficiente para evitar que o cérebro entre em uma rotina de relembrar as imagens traumáticas quando você dorme e sonha, fazendo com que o evento acabe perdendo a precisão, a intensidade e a frequência dos lembretes do trauma. Esse fenômeno cognitivo se tornou evidente em muitos aspectos de nossas vidas, com cada vez mais pessoas relatando sonhos vívidos ligados a eles, entorpecendo memórias antigas, sejam traumáticas ou não.

A Transferência de Gruen

Imagine que você é bombardeado, ou bombardeada, incessantemente com propagandas e sugestões comerciais que sua mente não é capaz de perceber. Imagens mostradas rapidamente no meio de filmes, sons que nosso cérebro consciente não é capaz de notar. Tudo isso nos programando para consumir determinados produtos e determinadas marcas sem que percebamos. Essa visão de propaganda subliminar, usada tanto para promover o capitalismo quanto propagandas políticas ou religiosas pode parecer um desejo impossível para inescrupulosos marketeiros, mas na vida real ele já existe e há muito tempo desde a década de 1950, e se essa idéia assusta alguém, ninguém parece notar.

 O interessante é que ao invés de esconder pequenas sugestões em meios de comunicação do cotidiano, como propagandas da coca-cola entre os frames de um filme de cinema, essas sugestões são físicas, arquitetônicas e estão ao nosso redor por todos os lados.

Você já entrou em um supermercado precisando comprar só papel higiênico e saiu de lá com 4 sacolas de compras? Já foi a um shopping precisando comprar um presente de aniversário e acabou dando um up grade no seu guarda roupas? Essas compras que parecem fazer sentido, mas são completamente aleatórias são o resultado da transferência de Gruen.

Victor Gruen foio pioneiro em projetar e desenhar hoppings centers nos Estados Unidos. Já que o objetivo de um shopping é fazer as pessoas comprarem, e compras são quase que inteiramente emocionais – quantos sapatos de fato você precisa para ir de casa para o trabalho e do trabalho para casa, e em que seus sapatos combinarem com seu cinto ou sua bolsa influenciam na qualidade de sua confecção? – Gruen descobriu uma maneira de desligar nosso cérebro consciente, nosso lado racional e nos tornar vítimas de qualquer loja que surja em nossa frente. E como ele conseguiu isso? Criando um ambiente labiríntico e intensionalmente confuso, com um layout que é tudo menos intuitivo e amigável.

Faça um teste. Vá a um shopping ou um super mercado. Fique na porta de entrada e escolha aleatóriamente alguém que entre, passe a seguir e prestar atenção na pessoa. Em pouco tempo a desorientação que o ambiente foi programado para causar nas pessoas vai atingir o cérebro, e reprogramá-lo.

Logo surgirão os primeiros sinais de que o cérebro da vítima foi hackeado: seu queixo cai sutilmente, deixando a pessoa de boca ligeiramente aberta, olhos que se tornam vidrados e a aparência de estar se sentindo confusa, muitas pessoas começam a andar mais devagar. Psicólogos descrevem a tranferência Gruen como um estado quase paralítico, quando a mente para de funcionar e se encontra quase em transe.

Quando a pessoa entra neste estado, a mente racional se desliga e ela se torna uma compradora compulsiva.

Tomando vantagem da descoberta de Gruen muitos shoppings, parques de diversão e cassinos fazem uso de um layout intencionalmente confuso para que as pessoas se sintam perdidas em um primeiro momento e passem a agir impulsivamente num segundo.

Quer combater isso? Cada vez que for entrar em um shopping ou supermercado ou cassino, deixe seus cartões e talões de cheque em casa, leve apenas o dinheiro que pode gastar e faça uma lista das coisas que precisa comprar. E a todo custo tente não se dispersar.

A Percepção Seletiva

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Percepção seletiva é a tendência que temos de ver e ouvir somente aquilo que nos interessa. Não se trata de um comportamento egoísta isolado, mas de uma particularidade natural de nosso sistema nervoso. Nossos cinco sentidos recebem informações o tempo todo sem interrupção, por este motivo só nos tornamos conscientes de parte destes dados legando o resto ao processamento inconsciente. Isso nos poupa de ficar ouvindo o som de nossa própria respiração e sentindo o gosto de nossa própria língua.  Você já parou para pensar como o cérebro humano é capaz de ignorar ruído e se concentrar em um indivíduo em um lugar lotado, cheio de música alt

e conversas?

Infelizmente com isso deixamos de ter controle sobre o que devemos ou não prestar atenção. As vezes esquecemos o ziper da calça aberto, as vezes ignoramos coisas muito mais importantes como indícios de que seu filho usa drogas ou de que seu casamento não vai bem. Quando esta ocasiões não podem mais ser ignoradas, despertamos de nosso sono e prestamos atenção, mas neste ponto você está solteiro de novo e seu filho morreu de overdose. O contexto social pode até mesmo fazer com que toda um classe de pessoas seja ignorada. É a chamada invisibilidade social. Fernando Braga, em seu mestrado de Psicologia Social na USP estudou estas pessoas invisiveis. Em sua pesquisa ele acompanhou grupos de Garis por vários anos. Em seu trabalho ele afirma: “Não é como ser ignorado, menosprezado, rejeitado. É pior: é como nem ser visto; como não estar lá; como “não ser”.

Não boicotamos apenas os Garis, frases como “Sempre comigo”, “É sempre assim”, “Não podia ser diferente” são indícios de percepção seletiva. Mas nem toda percepção seletiva é negativa.  Isso acontece tanto para os pessimistas que só percebem as coisas negativas que lhe acontecem, quanto para os otimistas que só enxergam o lado bom das coisas. Em ambos os casos, trata-se de um hack no cérebro, um tipo de ilusão. Um dia ruim é ignorado pelo confiante, assim como um dia bom é ignorado pelo auto-sabotador.

A maneira mais comum de percepção seletiva é o chamado Efeito Discoteca. Ele descreve a capacidade do cérebro de focar a atenção em um único interlocutor em meio a uma cacofonia de conversas e ruído de fundo. O efeito permite que as pessoas conversem em lugares barulhentos, como por exemplo conversar em um show de música, tornando possível conversar com um amigo enquanto ouve a banda tocar ao mesmo tempo, ao mesmo tempo que é capaz de ignorar os outros sons do ambiente. Mesmo assim se em uma festa, alguém chamar seu nome alto do outro lado da sala, todos os presentes vão perceber.

O sistema auditivo humano é capaz de ignorar a maior parte dos sons reverberados pelo ambiente, já que esses chegam a nossos ouvidos vindos de uma direção diferente daquela do som a que estamos prestando atenção. Nosso sistema auditivo também pode mudar a direção de nossa atenção, indo de uma fonte para outra. O efeito discoteca tem sido muito pesquisado e ele funciona melhor quando a pessoa possui audição em ambos os ouvidos, indivíduos que possuem audição parcial se perturbam muito mais com ruídos e sons ambientes do que aqueles que possuem os dois ouvidos saudáveis.

O Efeito da Desinibição Online

Na psicologia o efeito de desinibição online é a maneira com que as pessoas se comportam na internet, geralmente de forma muito mais desinibida e atirada, em comparação à maneira que agem em situações do mundo real.

Muitas pessoas quando interagem online parecem assumir uma personalidade bem diferente da sua habitual, o que se mostra um poderoso fenômeno cognitivo que representa a perda das amarras sociais que existiriam em uma interação cara a cara. Graças à perda da inibição, alguns usuários de internet revelam tendências emocionais extremas, algumas pessoas se tornam mais afeccionadas e baixam suas defesas emocionais, falando com desconhecidos sobre seus sentim

ntos para tentar atingir a catarse emocional. Caso você não saiba, de acordo com Aristóteles, a catarse refere-se à purificação das almas por meio de uma descarga emocional provocada por um drama. Nos dias atuais e desalmados a catarse emocional pode ser considerada a liberação de tensões emocionais reprimida.

Quando o assunto é o comportamento abusivo na internet, alguns indivíduos estão sempre procurando maneiras de explorar material online e dar início a controvérsias.

Muitos fatores já foram identificados como catalizadores para o efeito de desinibição online. Na internet as pessoas são anônimas, o que lhes confere uma sensação de proteção qu geralmente traz à tona os piores traços da personalidade de cada um. A internet serve como um escudo protetor particular para seus usuários que geralmente dá para seus usuários a oportunidade de alimentar seus interlocutores com informações dúbias e ambiguas. E já que não podemos ser vistos fisicamente na internet, as pessoas não tem que se preocupar com a aparência e seu tom de voz geralmente se torna dramaticamente mais ameno.

Na internet as conversas não acontecem em tempo real. A natureza “retardada” dos sistemas de mensagens da internet também afetam as inibições de uma pessoa. Alguns estudos sugerem que as pessoas enxergam o cyber espaço como um tipo de jogo no qual o comportamento e regras sociais normais da interação diária não se aplicam a elas. Por algum motivo desconhecido, uma pessoa normalmente bem ajustada, quando recebem uma audiência cativa e uma oportunidade, geralmente exibirão um comportamento psicótico e anti social na internet.

O efeito de desinibição online é interessante porque nos mostra o comportamento real de pessoas que não são governadas por leis ou consequências sociais. No fundo todo aparato tecnologico d ehoje, compara-se a um baile de máscaras vitoriano. Então se você quer realmente conhecer uma pessoa, finja que é um completo estranho.

A Perspectiva Forçada

Perspectiva forçada é uma técnica que emprega a ilusão de ótica para fazer um objeto parecer maior ou menor do que realmente é. Usada principalmente nos campos da fotografia, arquitetura e cinema, a técnica tira vantagem da perspectiva visual humana ao se mudar as escalas de objetos. Dois exemplos cinematográficos estão presentes na trilogia do Senhor dos Anéis de Peter Jackson e nos filmes de Harry Potter.

Exemplo da sala da relatividade de Escher:

https://www.youtube.com/watch?v=11sgqRHqElY

Mas nem toda perspectiva forçada é tão fantastica assim. Este efeito é amplamente usado na indústria cinematográfica, ou mesmo em discursos presidênciais, onde a câmera é colocada lev

mente abaixo dos olhos do presidente dando-lhe uma figura inconscientemente imponente. A perspectiva forçada é também usada constantemente pela indústria pornográfica. Se você quer fazer um pênis parecer maior do que é apare os pêlos pubianos. Ffilmagens mostrando ângulos de penetração de baixo para cima, com o pênis em primeiro plano e a mulher em segundo também servem ao mesmo propósito. Quanto mais longe a cara ou o corpo da mulher estiver do pênis, maior ele parece ser, com pouco ou nenhum pêlo ele praticamente dobra de tamanho.

Michelangelo esculpiu sua famosa estátua de Davi utilizando-se da perspectiva forçada, para que as pessoas que a olhem tenham a im ressão que sua proporção é correta. Mas como nem só de arte vive o mundo, saiba que essa técnica é muito comum em parques de diversão como a Disneylândia e Las Vegas. A natureza também usa a perspectiva forçada em suas paisagens, geralmente isso ocorre em lugares onde uma trilha, estrada ou planicie está cercada por marcos que dão a impressão de uma leve inclinação para baixo ser na verdade para cima, você vai trocar o pneu do carro, tira o estepe, calça ele com uma pedra para não rolar ladeira abaixo e de repente ele sai rolando ladeira acima.

O termo que muitos dão para o efeito da ladeira que desafia a gravidade é, curiosamente, ladeira de gravidade, onde os objetos parecem subir contra a gravidade ao invés de descer como seria natural. Para que essa ilusão ocorra é necessário que entre outras coisas, não possamos enxergar o horizonte para termos uma referência, já que sem o horizonte como referência nosso cérebro não consegue analisar inclinações sutis de terreno de maneira satisfatória.

Lugares como este são famosos no mundo como curiosidades que atraem turistas, é comum irem de carro até uma ladeira, sair do carro e ver ele vazio subir uma ladeira, como se estivesse sendo puxado por uma força invisível. Agora existem lugares no mundo que não se contentam em ser apenas uma ilusão de ótima para turistas, são lugares conhecidos como vórtices. Nos Estados Unidos um dos vórtices mais famosos se encontra na Gold Hill no Oregon e é chamado, curiosamente, de Vórtice de Óregon.

A área remota ao redor de Gold Hill gera um sem número de efeitos interessantes e ilusões de ótica. No vórtice, ângulos bizarros criam a ilusão de objetos rolando ladeira a cima, além disso mudanças de altura entre pessoas ocorrem dependendo de onde elas se encontrem. Esses efeitos são notados não apenas de um determinado ângulo de visão, como no caso da sala da relatividade de Escher, mas praticamente de qualquer lugar que você observe.

https://www.youtube.com/watch?v=743oy55RqX4

https://www.youtube.com/watch?v=dbBpAoYCYZk

O Efeito Manada

 Todos nós já lemos sobre algum tiroteio que aconteceu entre a polícia e alguns bandidos que terminaram em morte. Em alguns casos, investigadores de cenas de crime se espantam com a quantidade de tiros disparados no local de um tiroteio. Aparentemente não é só a gripe ou a catapora que são males contagiosos nos dias de hoje.  

O tiroteio contagioso é um fenômeno sociológico observado por membros do exército e da polícia onde uma pessoa disparando uma arma de fogo em um alvo pode incitar outros a abrirem fogo. Geralmente os atiradores contaminados não sabem porque começaram a atirar ou mesmo no que estão atirando. O fenômeno parece brotar de uma combinação de pânico, reflexo e confiança, se um policial, por exemplo, ouve um parceiro disparar

ma arma de fogo, eles sentem uma onda de pânico – estamos sendo atacados – então seus reflexos entram em ação – são condicionados a responder fogo com fogo – e eles logo sacam suas armas, o indivíduo então assume que seu parceiro deve ter tido uma ótima razão para disparar sua arma, e eles passam a atirar instintivamente sem examinar ou compreender a situação.

O Tiroteio Contagioso é parte do que chamamos de Efeito Manada. Em termos simples ele define que: Uma vez que uma decisão foi tomada por alguém a probabilidade desta mesma decisão ser tomada por uma testemunha aumenta.

A parte interessante que que à cada nova decisão reproduzida novas teste

unhas aparecem e o efeito escala rapidamente. O efeito chega ao ponto de que se uma pessoa não tomar esta mesma decisão ela se sentira profundamente constrangida. Esta é chave para todo o campo da psicologia das massas, da bolsa de valores às torcidas organizadas. Acompanhe aqui um rápido exemplo de experimento social feito na França que demonstra o Efeito Manada:

No século XX os terráqueos desenvolveram uma interessante categoria de experimento psicologico chamados “Pegadinhas”. O Japão, país que se destacou-se neste campo de estudos, publicou o seguinte documento, que mostra como o Efeito Manada pode tornar uma decisão por você:

 

 

Na próxima vez que estiver parado no trânsito e ninguém estiver reclamando, você pode testar uma alternativa mais segura ao tiroteio contagioso. Dê umas boas buzinadas e assista o efeito manada entrar em ação a medida que suas buzinas fazem outros buzinar.
No caso do tiroteio contagioso é comum ouvir no jargão pocial, o “eu comecei a atirar porque ele começou a atirar”. Some isso aos casos em que a adrenalina de ouvir ou presenciar o disparo de uma arma, faz com que a pessoa instintivamente procure devolver os tiros, e terá o prenuncio de uma tragédia.

 

O Mestre das Cores

Vá até a torneira mais próxima e encha um copo de água, e coloque em cima do seu televisor. Se alguém perguntar alguma coisa diga que vai fazer uma oração. Você já parou para se perguntar porque a água parece ser transparente quando a consumimos ou quando a compramos em pequena quantidade, mas quando a olhamos em grande quantidade – oceanos e lagos por exemplo – ela parece ser azul ou verde?

A água em seu estado natural possui uma coloração levemente azulada que se torna mais forte conforme a quantidade de amostra observada cresce. Para conseguirmos observar a cor real da água a amostra deve

ser purificada e possuir um tamanho específico, por essa razão um copo de água produz a ilusão de uma substância incolor, quando de fato ela tem uma coloração levemente azulada. Se a água natural fosse incolor os lagos e oceanos do mundo pareceriam ser cinza ou negros.

Alguns dos constituintes encontrados na água marítima podem influenciar no tom do azul, é por isso que os oceanos e lagos do mundo aparentam possuir áreas mais azuladas ou esverdeadas do que o resto que as cercam. Assim a cor verdadeira da água só pode ser observada após um processo de filtragem e purificação.

Pense um pouco sobre isso. Imagine um bolo de chocolate p queno que quando você dobra a receita vira um bolo de morango. Se os gostos e cores fossem objetivos eles não mudariam com as circustâncias. Mas fora do seu cérebro não existe violeta ou vermelho. O que chamamos de ondas eletromagnéticas batem nos receptores opticos e um impulso elétrico chega ao cérebro, só depois que este impulso chega ao córtex visual surge a aquarela. Não é que o mundo fora do seu cérebro seja escuro, pois o preto também é uma interpretação cromática do seu cérebro.

Francisco J. Rubia, neurocientista, diz em seu livro “O que seu cérebro sabe? que “antigamente se achava que o cérebro refletia de forma fidedigna o mundo exterior, mas, a cada dia, parece mais evidente que o cérebro é um mundo fechado que traduz os estímulos externos para a linguagem disponibilizada pelas estruturas cerebrais, dando uma versão interna ou uma representação da realidade exterior. Tudo o que vemos, ouvimos, cheiramos, sentimos está dentro de nós mesmos. É o próprio cérebro que está sempre falando com a gente.”.

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Esta interpretação cerebral deve ser boa o bastante para manter nossa sobrevivência mas nada nos garante que seja completa ou exata. Os antigos sufis diziam que a iluminação seria atingida se insistíssemos na pergunta: “Quem é o mestre que faz a grama ficar verde”. Mas quem disse que a grama é mesmo verde para começo de conversa? O mistério das cores é uma forma rápida de lembrar que no fundo estamos presos dentro de nosso próprio sistema nervoso.

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